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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Olhando Para Dentro...

"Este é o lugar onde não podemos olhar", pensou. "Ai está o local que as Reverendas Madres tão relutantemente mencionam. O lugar onde, somente o Kwisatz ha'Derak poderá penetrar" - Duna página 449.



A alma não desperta não pode penetrar no lugar onde os mistérios se ocultam, onde estão escritos e entesourados no interior. Somente o desperto o pode.

Para as demais é um caminho perigoso e que pode "ferir" a mente não preparada e que não adquiriu mérito para penetrar mistérios da Sabedoria. Portando, os mistérios não são para todos.

É como os quatro rabis que penetraram no PaRDeS, o paraíso místico da Sabedoria, o Pomar Secreto, e apenas um sobreviveu.

É um risco para o professor que, sem ponderar, ou por razões financeiras, coloca o aluno como guarda de um tesouro secreto. Assim para estes que vendem a Sabedoria para qualquer um, mercenários que não, mostram não possuir amor nem pela Sabedoria e seus mistérios e nem por seu aluno.



Somente aquele que atingiu o nível de consciência de Mashiach (o desperto, o buddha) poderá penetrar, decifrar e compreender mistérios elevados. 

Há, portanto, uma proibição de ensinar a Sabedoria para aquele que não atingiu o "MEM (מ)", pois aquele lugar secreto, o domicílio da Sabedoria, é o lugar no qual ele não poderá entrar, o Heichal ha'Sodot (Palácio dos Mistérios), e mesmo que chegasse até a Porta, como poderia passar por Ela sem mencionar o nome da Sentinela e obter permissão? Assim, é perigoso para ele até mesmo tentar.

Este é o lugar qual as "Reverendas Madres (os 50 portões do entendimento, da compreensão) tão relutantemente ousam mencionar ao não desperto. Somente o Kwisatz ha'Derak (O desperto) poderá ouvir dos lábios da Mãe Divina (A Compreensão) sobre os tesouros nele segredados.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O Hebreu Sobre A Lótus


"Encontrei a terra pura e estou caminhando sobre ela agora. Aprendi, durante a minha viagem interior que, não existe pureza que não tenha emergido da impureza".

Dipankara Veda

A Lótus é uma flor da família das Nymphaeas que nasce em lugares pantanosos. É uma flor aquática chamada em hebraico de "Shoshanat Mayim (Lírio das Águas)". Ela emerge da impureza dos pantanos povoando de beleza lugares repleto de feiura e sujeira. Ela é exatamente o que diz o Zohar Sagrado: "Não existe nada puro neste mundo que não tenha sido extraído da impureza". Assim o é com a "iluminação messiânica". Nenhum "Buddha (Messias)" que tenha impactado este mundo nasceu da chamada "Tahorá (Pureza)" e sim da impureza. Este é também o segredo da "Pará Edumá - A Vaca Vermelha" a qual o Zohar revela ser "roma" que é vermelha.

O hebreu sobre a lótus alude aqueles hebreus/judeus que abandonaram a prática do judaísmo rabínico e seu veneno para encontrar a iluminação através da meditação, especificamente do budismo. Inúmeros judeus tem "cambiado" suas vidas em direção à verdadeira prática da Torah ensinada pelo pai Abraão aos seus filhos e filhos de suas concubinas. O judaísmo surgiu do veneno da nachash (serpente) e sua descendência, a "Érev Rav (Multidão Místa)" que são as almas dos "nefilim, giborim, anaqim, refaim e amaleq". As primeiras letras dos nomes destas almas formam o acrônimo "Nega Rá" cujo significado é "Contágio do Mal". Sobre eles o Zohar revela: "Eles constroem escolas rabínicas e casas de estudo da Torah que contem o rolo da Torah com uma coroa no topo, mas eles fazes isto por amor a eles próprios e não por amor ao Criador". O Zohar continua revelando que eles são a casa de toda dor no mundo, guerras e perseguisão contínua. Portanto, é um erro querem se associar a eles e pertencer a está prática que faz mal a alma, cuja pregação central é o ódio e não o amor.

Existem famílias de "Cohanim (Sacerdotes)" que aceitaram a pratica budista e seus místérios. Em São Paulo, uma das mestras do budismo é a "Monja Cohen".

Estudando no dia de ontém, descobri um importante código no livro do profeta Jeremias, no verso que diz: "Postai-vos às margens dos caminhos e perguntaivos pelas sendas antigas, eis ai o bom caminho, andai por eles e encontrarei descanso para as vossas almas (Jeremias 6:16)". Dentro deste verso encontrei "Buddha". O código e seus detalhes pode ser visualizado abaixo:


 Clique na imagem para alargá-la

Acima, no centro do texto hebraico de Jeremias marcado em vermelho e na posição vertical (em pé) está Buda e cruzando-o está o verso 16 do capítulo 6º de Jeremias, sendo que a frase "ei zê ha'derech ha'tóv (eis ai o bom caminho)" o está cruzando compartilhando a letra "Dalet (ד)" de "Buda (בּוּדְהָא)". Lembrando que "Buda (בּוּדְהָא)" significa "Aquele que despertou". Cruzando Buddha na vertical marcado com a cor abóbora está "mi-Qedem (do oriente)" e onde "mi-Qedem" termina está o verso "E disse o Eterno: Darei a este povo (do oriente) homens sábios... (Jer 6:21)" e "sábios" que vem do hebraico "masklim (מַּשְׂכִּלִים) aparece no versículo por temurá (permutação). Abaixo destes está o verso de Jeremias 6:22 "E disse o Eterno: Eis o povo que vem da terra do norte" e que decodificado na verdade diz: "Eis o povo que vem da terra do código...". A questão aqui é o termo "Tzafon (norte)" que tendo o nikud (vogal) mudada para "u" fica "Tzafun" cujo significado é "segredo codificado". Dentro deste verso está codificado "Buda (בּוּדְהָא)" que é a segunda ocorrência no texto.

Há duas maneiras de transliterar "Buda (בּוּדְהָ)" sendo uma esta aqui mais utilizada por mim e a outra da forma inglesa que é "Buddha (בּוּדְהָא)". No versículo de Jeremias onde se lê "derech ha'tóv u'lechú bá (דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ)" que se traduz "o bom caminho e andai nele..." as letras iniciais (roshei teivos) são as letras de "Buda (בּוּדְהָ)". Veja abaixo:

דֶרֶךְ הַטּוֹב וּלְכוּ-בָהּ

Quando permutamos estas letras rearranjado-as para as suas posições corretas, elas se revelam "Buda (בּוּדְהָ)" provando assim que, o caminho mencionado aqui é o caminho do meio chamado "Derech Ha'Mashiach (הדרך המשיח)" que é o caminho do Despertar também chamado "O Caminho Dourado (נתיב הזהב)" transliterado "Nativ Ha'Zahav" ou "Nativ Zahav (נתיב זהב)" cujas iniciais são as roshei teivos do termo "Zen (זן)".

O Zohar revela que Hashem escolheu a letra "Beit" para começar a criação por ela ser a inicial da palavra "Brachá" cujo significado é "Benção" e portanto, tudo o que se inicia por esta letra sagrada é abençoado. Buddha é iniciado pela letra beit.

Eu não codifiquei isto no Tana'k, foi o Sagrado, bendito seja Ele, eu apenas o descobri guiado pela "Shekiná (Presença Divina)".

Minha decisão em abonar o judaismo foi um processo lento e doloroso. Começou em 2003 e se estendeu até 2012. Em 2005 eu abandonei o titulo rabínico assumindo o titulo "Naib" cujo significado é "Aquele que serve à tribo".


A primeira evidência de que eu estava sendo guiado pelo Eterno para encontrar o meu verdadeiro destino aconteceu em Dezembro de 2003 quando fui convido para fazer uma palestra para jovens formandos do Colégio Lumbini em Suzano. Ora, Lumbini foi o local em Kapilavastu onde Buddha nasceu.

Em 2005 vieram os primeiros sonhos com Buddha e o Budismo. Em 2008 durante um sonho, monjes me disseram que o Piloto Ayrton Senna havia atingindo a 8ª consciência de Buddha. Eu nunca tinha lido nada sobre budismo até então, mas, naquela manha de 8 de Maio de 2008, após acordar deste sonho, pesquisei no Google e descobri, para minha elevação, que são 8 as consciências de Buddha. A 8ª alude a Chochmá que é a consciência da Sabedoria da Árvore das Vidas.

Este será meu novo blog daqui em diante, onde minha "nova vida" e "consciência" será compartilhada com todos. Ainda continuo a jornada mística em direção ao Deserto e a verdadeira prática de Abraão nosso pai.



Autor
Dipankara Vedas
O Hebreu Sobre A Lótus

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Abraão - O Iogini



De repente, durante a minha kavanná (instrospecção, direção interior), ficou claro, ou seja, a luz revelou o mistério diante dos "Einai ha' Neshamá (olhos da alma)", e a imagem "religiosa" que eu carregava de um "Pai Abraão" velho, avançado em dias, curvado, foi substituida pela verdadeira essência de Abraão: Um praticante dos segredos ocultos da Instrução Divina (Torah), um "Iogini (Praticante de Yoga)". De fato, Abraão é o pai da yoga e suas práticas e também do Tantra. Mas, a religião, em razão de controlar as pessoas através da ignorância e do medo mentiu, ocultando estas verdades espirituais e produzindo assim, um mundo de pessoas acorrentadas, escravas.

Tomando uma avenida paralela, preciso dizer que, não há nada pior do quem o "bajulador", aquele que tece palavras de elogios afim de obter algo que não lhe pertence, algo que não lhe foi concedido pela Luz através do mérito. Nem todas as pessoas podem e não terão acesso à Sabedoria divina, pois não possuem mérito obtido através de muitas encarnações praticando a compaixão, bondade e o amor elevado pelas nações e pela própria Sabedoria.

O Zohar diz que, nada pode ser tomado de alguém a quem algo foi destinado. No entanto, aquele a qual tal coisa não lhe pertence e que foi obtido através da falsidade, da prática da bajulação com fins escusos, o Zohar diz que, sempre lhe será tirado aquilo que não lhe pertence. Em outras palavras, a Sabedoria não pode ser dada, não permanecerá sobre o domínio da pessoa para quem ela não foi destinada e sempre será tomada do "néscio" que deseja mantê-la sobre o seu domínio.

Pouco tempo depois de tentar possuir a Sabedoria, de haver bajulado os mestres a fim de obter vantagens através do conhecimento divino, o bajular se volta contra aquele que procurou instruí-lo com amor caluniando-o, difamando-o diante da sua ausência.

Voltando à nossa avenida principal, assim que o mistério foi revelado à minha neshamá, a imagem caduca religiosa de pai Abraão velho, doente, foi erradicada da minha mente, sendo substituida pela sua verdadeira imagem. Mas, como dizem, falar é fácil. Necessário é produzir evidência de que, o que escrevo aqui é verdadeiro.

Ontem, enquanto me deslocava sobre a merkavá do mantra "Om Namah Shivaya" iniciando minha nessiá (viagem mística) em direção aos mundos no interior, os olhos da alma se abriram novamente, e o texto hebraico do Gênesis capítulo 12 me foi mostrado, e dentro dele, codificado estava o termo transliterado para o hebreu "Yoga (יוגה)", e não apenas isto, mas o principal Nome de D'us usado em mantras indianos, budistas e das práticas orientais estava lá também, foi já o era usado pelo pai Abraão.


Acima, nós podemos conferir o capítulo 12 do Gênesis disposto numa grade de 26 em 26 letras equidistantes. No centro, na posição vertical na cor abóbora temos "Yoga" com a ocorrência duas vezes do termo "Qedem (Oriente)" na posição horizontal na cor rosa. Acima, cruzando "Qedem" na posição vertical em verde está o "Omm" o nome divino dos 72 Nomes usado em mantras hindus e budistas.



Quem codificou isto no capítulo 12 do Gênesis? O Sagrado, bendito seja Ele, e conforme foi escrito "e a escrita nas tábuas era a escrita de D'us...". Portanto, o hinduísmo, o budísmo e práticas místicas orientais, não são práticas impuras como dizem os rabinos ortodoxos, mas práticas místicas da Torah e que eram praticadas pelo pai Abraão.

Brahmanismo

Quando Siddarta Gautama começou a sua "Nativ (caminhada mística)" os praticantes da Sabedoria eram chamados "Brahmanês" que eram então os praticamentes do "Brahmanismo". De fato, e é fácil evidênciar isto, os Brahmanes eram os praticantes da Sabedoria que o Pai Abraão ensinou aos filhos das suas concubinas conforme o Zohar Sagrado revela. 

ברהמניזם
O termo hebraico acima é "Brahmanismo" translirerado do inglês para o "ivrit (hebraico)". Notem, abaixo a semelhança com o nome de Abrahm nosso pai.

אברהם
Marquei as letras semelhantes com a cor vermelha, para que a verificação fique mais fácil. Então vemos que, verdadeiramente, Abrahm é o pai do Bramanismo, e procurando por uma outra evidencia, encontrei na Torah um impressionante código:

Acima, temos em hebraico dentro do Livro do Levitcos "Brahmanism" e marcado em azul estão as letras raizes do nome Abrahm.

Aqui todo o código "Brahmanism" está marcado com a cor azul. Talvez você tenha notado, como eu notei assim que abri o código, a letra "alef (א)" que está sobrando acima do código central "Brahmanism". Ela surgiu espontaneamente, pois não pedi ao programa para procurar por ela. De fato, o código revelado pela Divina Providência é "Abrahmanism", como destacado abaixo:
 אברהםיזם

Então, acima temos agora o código "Abrahmanismo" marcado com cores diferentes, sendo o alef revelado pela torah em azul com o código raíz "Brhm" em vermeho e "nism" em verde. Então, Abraão é de fato o pai dos "vedas brahmanes" e consequentemente do "hinduísmo" e do "budismo". Estas práticas tiveram origem na Sabedoria escondida da Torah que Abraão revelou aos seus filhos e os mandou para o oriente, conforme está na Torah Bereshit  no capítulo 25 verso 6.

Compaixão

A principal caracteristica do Bramanismo e que foi herdada pelo budismo é a Compaixão, a bondade por todos os seres vivos e isto foi herdado do Pai Abraão, também conhecido como Pai da Misericórdia, da bondade e compaixão. Isto é com certeza mais uma evidência de que tanto o Bramanismo como o Budismo se originaram em Avraham Avinu (Abraão nosso pai).

Brahma

A origem do nome Brahma é sanskrito e significa "Extremamente Grande" e este é também o significado de Abraham. Antes conhecido por Avram cujo significado é "O pai elevado, grande, sublime" ou ao contrário "O elevado e sublime pai", Avram ganha a letra do Nome divino e passa a ser "Avraham" cujo significado é "O grande, elevado, sublime pai" e não, como deram os tradutores biblicos "Pai de Nações". Em hebraico "Av (אב)" é "Pai" e "Raham (רהם)" é "Elevado, sublime, grande". Verdadeiramente a raiz de "Raham (רהם)" é "Ram (רם)" que é "Grande, elevado, sublime" e que sofre um acréscimo do "Hê (ה)" do Nome Divino" tornando-se "Raham (רהם)". Se permutarmos "Raham" movendo o "Hê" para o inicio teremos "Haram (הרם)" que é "O Grande, O Elevado, O Sublime".

Há, por exemplo, um nome bíblico hebraico cuja signifiado é "Meu pai é elevado" que é "Abiram (אבירם)".


Continuará...